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Entrelinhas – Fake News

Sabrina Rocha Escrito por Sabrina Rocha
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900x510-thumb-fake-news Entrelinhas – Fake News

Até que ponto uma notícia divulgada nas redes sociais tem credibilidade?

O fenômeno das “fake news”, mais conhecida como notícias falsas com alta capacidade de “viralização”, têm crescido em grandes proporções.

Para se ter uma ideia, o maior estudo já feito sobre a disseminação de notícias falsas na internet, realizado por cientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, concluiu que as informações falsas ganham espaço na internet de forma mais rápida, mais profunda e com mais abrangência que as verdadeiras. De acordo com o estudo, quando a notícia falsa é ligada à política, o aumento é três vezes mais rápido.

Nos últimos três meses da campanha à presidência dos EUA, as notícias falsas a respeito da eleição geraram 8,7 milhões de reações, compartilhamentos e comentários no Facebook – quase 1,5 milhão a mais do que as verdadeiras. E essa epidemia de notícias falsas, entre outros fatores, contribuíram para a ascensão do presidente eleito Donald Trump.

A França também experimentou a popularização de “fake news” dentro de um cenário político. Os franceses escolheram seu novo presidente, Emmanuel Macron, numa campanha dominada por notícias falsas e escândalos.

No entanto, o impacto não é sentido apenas na esfera política. As “fake news” também podem causar verdadeiras tragédias na vida de pessoas comuns, de repente envolvidas em informações equivocadas que geram comoção pública.

Em 2014, no Guarujá (SP), uma mulher foi linchada até a morte após ser confundida com uma sequestradora de crianças. Nas mesmas circunstâncias, boatos sobre sequestros de crianças se espalharam pelo WhatsApp em uma pequena cidade do México. A notícia, por sua vez, era falsa, mas uma multidão espancou e queimou vivo dois homens antes de alguém checar sua veracidade.

As “fake news” podem afetar também o mercado brasileiro. Segundo estudo feito pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (Aberje), a propagação de notícias falsas preocupa 85% das empresas no Brasil.

E não para por aí! Um levantamento chamado “Global Advisor: Fake News, Filter Bubbles, Post-Truth and Trust”, aponta o Brasil como o país onde mais se acredita em “fake news” no mundo.

Entretanto, até mesmo a Igreja Universal foi e ainda é constantemente bombardeada com “fake news” que carregam em si o preconceito e têm como único objetivo de espalhar o ódio e manchar a sua imagem. E essas falsas notícias vêm não só das redes sociais, mas também de veículos de imprensa.

Recentemente, uma jornalista acusou a Universal de vender vagas para atores que desejam participar de novelas da Record TV. A colunista afirma que “jovens atores aspirantes cujos pais contribuem com dízimo mais gordo” conseguiriam participar do elenco das novelas da emissora.

Outra notícia falsa divulgada neste ano, é que fiéis da Universal estariam sendo tatuados na mão, comparando assim, com a marca da besta.

Em 2017, uma emissora de televisão de Portugal promoveu uma verdadeira campanha de difamação contra a Igreja Universal no país. As reportagens alegaram a existência de uma suposta rede ilegal de adoção de crianças, que era atribuída à Igreja Universal, na década de 1990. No entanto, essas acusações infundadas nunca foram comprovadas e o inquérito foi arquivado.

Mas, afinal, qual o intuito de propagar tantas notícias falsas?

Quais as consequências para quem as divulga e para quem é enganado?

Assista ao Entrelinhas – Fake News e aprenda com profissionais da área jornalística como identificar as “fake news” e não ser engano.

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